terça-feira, 27 de abril de 2010

VEM


Vem,
dá-me a tua mão
ensina-me o riso
e a razão de existir

Ser
não é apenas viver
e a minha vibração
corre nas janelas
das tuas veias em festa!

Vem,
na sedução dos odores
da terra prometida

Não te imploro momentos
que a alma não partilhe
Apenas as tuas mãos
dedos de vento e saudades

Vem,
como fado destinado
asa do meu corpo alado
riscar o vazio
que
desesperadamente
te desenha

(luizacaetano)

Nenhum comentário:

Postar um comentário